Ultimamente as pessoas tem se deparado inúmeras vezes com a palavra "Coaching" nos meios acadêmicos ou empresariais. Atribui-se esse "boom" aos avanços no campo do comportamento associado a resultados pessoais e organizacionais, uma vez que a base do coaching centra-se no melhor aproveitamento de recursos e energia do ser humano para a realização, superação, ganhos e felicidade. Estudos indicam que "na maioria das organizações os funcionários atuam com apenas 60% de sua capacidade.Esta característica é ainda mais acentuada quando estamos falando de um pequeno negócio."
O que fazer diante de um cenário onde o volume de informações dobra num ciclo surpreendentemente rápido e os desafios para a competitividade impõe um ritmo ao profissional que lhe tira o sono, levando o brasileiro a trabalhar mais, dormir um número menor de tempo e ainda ao deitar ter problemas para dormir - segundo pesquisas do Instituto do Sono?
Os profissionais estão apresentando uma carga mais patológica de nível de stress, que tem gerado distúrbios físicos, cognitivos e sociais. Os sinais do stress passam por tempos em que são ignorados e quando chegam a eclodir afetam prejudicialmente toda uma organização.
O Coaching é imprescindível para manter altos padrões de resultados via eliminação desses e outros riscos que afetam pessoas, departamentos e a empresa. O papel do coach( profissional que desenvolve o processo de melhoria) é identificar seja no trabalho ou na vida pessoal quais são os potenciais não aproveitados e os riscos atuais que impedem a pessoa ou profissional a sentir-se realizado e gerar ganhos para si ou mesmo para a empresa.
Com processo de identificação ou mapeamento de situação atual, são planejadas metas que fundamentam o plano de mudanças, com eliminação principalmente de crenças limitantes, convergência de valores e comportamentos positivos que dão direcionamento seja nas estratégias, processos, negócios ou pessoas. As metas promovem sucesso conforme afirma Brian Tracy. "Em 1979, a seguinte pergunta foi feita aos formandos do programa de MBA de Harvard: "Você estabeleceu metas claras, por escrito, para o seu futuro e fez planos para concretizá-las?" Verificou-se que apenas 3% dos formandos tinham escrito planos e metas.Dez anos depois, em 1989, os pesquisadores voltaram a entrevistar as mesmas pessoas.Constataram que os 13% que tinham metas não escritas estavam ganhando, em média, o dobro dos 84% de estudantes que não tinham meta alguma. Mas o mais surpreendente foi que os 3% de formandos que tinham metas claras e por escrito ao deixarem Harvard estavam ganhando, em média, dez vezes mais que os outros 97% juntos."( Metas - Brian Tracy)
O coach deve despertar a vontade de implementar mudanças através de um plano de metas e impelir o coachee( pessoa que recebe o processo de coaching - chamado em terapia convencional de cliente) ao comprometimento com a mudança, uma vez que sem esse comprometimento a zona de conforto prevalece e a manutenção de comportamentos arcáicos e que geram resultados parciais prevalecem, mantendo com eles a insatisfação.
O Coach foca nas possibilidades futuras, sempre partindo de uma situação presente para uma situação desejada diferindo dos processos terapêuticos que busca no passado causas que uma vez mudadas levam a melhoria de um futuro. Como diz um sábio empreendedor com o qual trabalho, Sr. Francisco Gualter, "o passado foi feito para ser olhado rapidamente assim como fazemos ao olhar por um retrovisor, porque se nos prendermos a ele corremos o risco de atropelar o futuro no qual a única chance de mudança está passível de acontecer".
Precisamos em coaching de três elementos fundamentais tanto para o coach quanto para o coachee: energia, régua e fogos de artifício. A energia nos faz pensar, agir e mudar sempre com foco na melhoria. A régua nos permite mensurar os sucessos ou insucessos e o quanto ainda precisamos fazer acontecer ...e os fogos de artifício com certeza nos servem para celebrar vitórias de um processo que culmina com realização e resultados significativos.
Willer Mamede
Life & Exceutive Coach - Desenvolvimento Humano
Valores, crenças, pensamentos, atitudes e comportamentos que transformam pessoas em vencedores. O coaching é um processo estruturado que busca o desenvolvimento, realização, elevação dos índices de felicidade e resultados para o ser humano, seja na vida pessoal, profissional ou empresarial.O coaching é focado no futuro e nas potencialidades,minimizando riscos e explorando oportunidades.
Crenças limitantes que nunca ajudaram as pessoas a serem felizes ou ter sucesso...e seus efeitos.
"Homem não chora"- O homem tem o lado emocional e o racional como todo ser humano e quando não externalizamos nossas insatisfações ou nossos sentimentos eles se manifestam no corpo...muitas vezes se não derrama para fora, "derrame" por dentro.
"Você tem que ser bonzinho"- Os pais com seus discursos refletem nesse caso que ser bonzinho não é ser educado e sim ser permissivo com o outro, colocando as necessidades do outro sobre as minhas. Essa crença limita a auto-afirmação e a defesa dos próprios interesses. O bonzinho em tempos de águas mansas e florescimento sobrevive, mas em períodos de turbulência dificilmente sobreviverá, porque aprendeu a não lutar quando teve que ser permissivo.
"Quem corre cansa quem anda alcança"- Numa era de competição acirrada quem sai na frente bebe água limpa, porque o sentido de orientação(metas), a inteligência perceptiva, prudência e determinação conduzem a bons lugares. Já quem anda geralmente alcança sim, mas o último lugar. Andar pode significar desmotivação, falta de coragem e insegurança porque quando outro vai na frente quem está atrás não corre o riscos dos desafios. A paralisia por análise também gera pessoas que andam devido a dificuldade em tomar decisões.
"Estou muito velho para isso"- Idade não está no corpo, está na vontade. Existem pessoas em vida que já estão mortas há anos e não sabem. A sociedade pode até determinar parâmetros mas a capacidade de análise e descarte é que deverá prevalecer.A preguiça interna gera comodismo. Desafie essa crença mudando o foco e desafiando: "E se você experimentasse o que perderia?" Comece pelo menos tentando que você perceberá que a alegria está no que você não anda realizando.
Willer Mamede
Life e Executive Coach - Desenvolvimento Humano
"Você tem que ser bonzinho"- Os pais com seus discursos refletem nesse caso que ser bonzinho não é ser educado e sim ser permissivo com o outro, colocando as necessidades do outro sobre as minhas. Essa crença limita a auto-afirmação e a defesa dos próprios interesses. O bonzinho em tempos de águas mansas e florescimento sobrevive, mas em períodos de turbulência dificilmente sobreviverá, porque aprendeu a não lutar quando teve que ser permissivo.
"Quem corre cansa quem anda alcança"- Numa era de competição acirrada quem sai na frente bebe água limpa, porque o sentido de orientação(metas), a inteligência perceptiva, prudência e determinação conduzem a bons lugares. Já quem anda geralmente alcança sim, mas o último lugar. Andar pode significar desmotivação, falta de coragem e insegurança porque quando outro vai na frente quem está atrás não corre o riscos dos desafios. A paralisia por análise também gera pessoas que andam devido a dificuldade em tomar decisões.
"Estou muito velho para isso"- Idade não está no corpo, está na vontade. Existem pessoas em vida que já estão mortas há anos e não sabem. A sociedade pode até determinar parâmetros mas a capacidade de análise e descarte é que deverá prevalecer.A preguiça interna gera comodismo. Desafie essa crença mudando o foco e desafiando: "E se você experimentasse o que perderia?" Comece pelo menos tentando que você perceberá que a alegria está no que você não anda realizando.
Willer Mamede
Life e Executive Coach - Desenvolvimento Humano
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